"E que a minha loucura seja perdoada. Porque metade de mim é amor. E a outra metade também." Oswaldo Montenegro
quarta-feira, março 13, 2013
nada!
quarta-feira, fevereiro 06, 2013
Prece de Cáritas
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
É preciso voltar
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que NADA!
Luís Fernando Veríssimo
quarta-feira, janeiro 23, 2013
sexta-feira, janeiro 11, 2013
De mim para mim mesma.
viaje com a mente.
Sorria com os olhos,
dance com a alma e
ame, ame com o coração!
Claudia Viana
terça-feira, janeiro 08, 2013
Mulher não desiste, se cansa.
Tati Bernardi
quinta-feira, dezembro 20, 2012
quinta-feira, dezembro 06, 2012
Um Ser de Luz
quarta-feira, dezembro 05, 2012
Segue
Acorda menina, acorda! E pega as rédeas da sua vida. Acorda menina, acorda, e segue. Segue adiante, avante. Segue lutando, acreditando.
segunda-feira, dezembro 03, 2012
Correu...
Quando foi que se entregou, quando foi que entristeceu? Esqueceu!
Não achou data que correu, contou, perdeu, acabou.
Claudia Viana
03/12/2012
quinta-feira, novembro 22, 2012
- Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, novembro 12, 2012
O que será - Chico Buarque
O que será que me dá
Que me bole por dentro, será que me dá
Que brota à flor da pele, será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz implorar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita
O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os ungüentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite
O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os tremores me vêm agitar
E todos os suores me vêm encharcar
E todos os meus nervos estão a rogar
E todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz suplicar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
segunda-feira, janeiro 02, 2012
Nó
então, é isso!
sexta-feira, outubro 07, 2011
Curto Circuito
Quem sou eu?
Não sei quem sou quando estou com você
Me sinto artista de cinema
Esqueço de qualquer problema...
Onde está?
O meu juízo aonde foi parar?
Perco o sentido é só você chegar
Com essa vontade de me namorar
Valeu... conhecer você, valeu
A gente se envolver, valeu
Deixar você entrar na minha vida
Apontei, meu coração e atirei
Apostei nessa paixão e te ganhei
Meu amor, esse amor que balança você
Faz a cuca girar, faz o corpo tremer
É um curto circuito aqui dentro de mim
Que explode no peito quando eu tô a fim
quarta-feira, setembro 21, 2011
Não me prendo a nada que me defina
Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão. Tranquilidade e inconstância. Pedra e coração. Sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono! Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer…
“Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... Ou toca, ou não toca."
Clarice Lispector
segunda-feira, setembro 19, 2011
"Eu gosto de olhos que sorriem, de gestos que se desculpam, de toques que sabem conversar e de silêncios que se declaram"
sexta-feira, agosto 12, 2011
Senhas
“Eu gosto dos que têm fome
Dos que morrem de vontade
Dos que secam de desejo
Dos que ardem…”
Espaço Aberto
Luciano Luppi
Um dia me dei conta de que, para continuar crescendo,
era urgente iniciar uma faxina dentro de mim.
Eu precisava de mais espaço aqui dentro e,
no entanto, havia muitas lembranças
inúteis e indesejáveis ocupando o lugar
da alegria e dos sonhos.
Um canto estava abarrotado de ilusões,
papéis de presente que nunca usei,
algumas mágoas, risos contidos e livros que nunca li.
Espalhados por todos os lados haviam
projetos de vida abortados e decepções.
Abri o armário e joguei tudo no chão.
Foram caindo: desejos reprimidos, olhares de crítica,
palavras arrependidas,
restos de paixão e ressentimentos estúpidos.
Mas haviam coisas importantes no meio de tudo:
um brilho de esperança, o amor maduro,
algumas boas gargalhadas, momentos de ternura e paz,
desafios e bastante amizade.
Não havia dúvida, bastava jogar no lixo
tudo que não servia mais para que eu continuasse crescendo.
E depois, tratei de varrer
todas as recordações empoeiradas,
passei um pano nos ideais,
pendurei os sentimentos nobres na paredes mais claras,
guardei nas gavetas todas as boas lembranças,
perfumei a criatividade e abri a porta
para que o meu espaço fosse invadido
por algo que estava faltando para o meu crescimento pessoal:
a capacidade de recomeçar.
quinta-feira, agosto 11, 2011
"Se o passado de uma pessoa fosse o seu passado, se a dor dessa pessoa fosse a sua dor, se o nível de consciência dela fosse o seu, você pensaria e agiria exatamente como ela. Ao compreender isso, fica mais fácil perdoar, desenvolver a compaixão e alcançar a paz. Olhar de uma dimensão maior e apenas aceitar, amar e compreender..." Paramahansa Yogananda
terça-feira, agosto 09, 2011
Você Vai Me Destruir
Composição: Vanessa da Mata
Está acabando o amor
Você ainda não veio
Não disse, não ligou
Se vem viver comigo
Se me quer como amiga
Se não quer mais me ver
Você vai me esquecer
Você vai me fazer padecer
Está acabando o amor
Você já não me pertence
Eu vejo por aí
Você não está comigo
Nessa nossa disputa
Nesse seu jeito bom
Eu não quero saber
Você vai desdenhar
E vai sofrer
Você vai me destruir
Como uma faca cortando as etapas
Furando ao redor
Me indignando, me enchendo de tédio
Roubando o meu ar
Me deixa só e depois não consegue
Não me satisfaz
Está acabando o amor
Você já não me pertence
Eu sinto por aí
Você não está comigo
Nessa nossa disputa
Nesse seu jeito bom
Eu não quero saber
Você vai desdenhar
E vai perder
Você vai me destruir
Como uma faca cortando as etapas
Furando ao redor
Me indignando, me enchendo de tédio
Roubando o meu ar
Me deixa só e depois não consegue
Não me satisfaz
Pensando em te matar de amor ou de dor eu te espero calada
terça-feira, agosto 02, 2011
Pode ser?
“Eu queria um milhão de dólares, uma bunda dura e um amor pra vida inteira. Só tem Pepsi, pode ser?”
quinta-feira, julho 14, 2011
Não espere…
Não espere um sorriso para ser gentil…
Não espere ser amado para amar…
Não espere ficar sozinho para reconhecer o valor de um amigo…
Não espere ficar de luto para reconhecer a amizade sincera que perdeu…
Não espere o melhor emprego para começar a trabalhar…
Não espere a queda para se levantar…
Não espere a enfermidade para reconhecer que a vida é frágil…
Não espere a pessoa perfeita para então se apaixonar…
Não espere a mágoa para pedir perdão…
Não espere a separação para sentir saudades…
Não espere a dor para acreditar na oração…
Não espere elogios para acreditar em si mesmo…
Não espere ter tempo para servir…
Não espere que o outro tome a iniciativa se você foi o culpado…
Não espere o “eu te amo” para dizer o “eu também”…
Não espere ter dinheiro para contribuir…
Não espere o dia da sua morte para querer viver!!!
Jacyara Amorim
quarta-feira, julho 13, 2011
segunda-feira, junho 20, 2011
sexta-feira, junho 03, 2011
…não aprende.
o terreno já era conhecido,
todos os percalços também…
conhecia bem os trejeitos,
as vontades.
insana, resolvo apostar…
coração que não aprende.
terça-feira, maio 31, 2011
PASSAGEM DAS HORAS
Caem as folhas secas no chão irregularmente,
Mas o fato é que sempre é outono no outono,
E o inverno vem depois fatalmente,
há só um caminho para a vida, que é a vida..."
Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português.





